Uma economia internacional opera dentro de Moçambique: o GNL e a sua cadeia de contratação, a mineração, as multinacionais, os doadores e o financiamento ao desenvolvimento. Funciona segundo padrões internacionais. Trabalhamos os dois lados dessa fronteira.
01 — A lacuna
Entrar, transacionar e operar em Moçambique implica navegar regulamentação, licenciamento, banca, câmbios, trabalho e risco de contraparte num mercado de elevada informalidade. A maioria das empresas chega sem forma de ver nada disso com clareza.
As empresas locais estão excluídas da maior economia do seu próprio país, e raramente por falta de capacidade. O financiamento vem primeiro, depois a visibilidade dos concursos, a informação sobre como os compradores efetivamente adquirem, a capacidade de gerir uma proposta, o reporte e as contas auditadas, e a certificação e conformidade HSE.
02 — Para empresas internacionais
Quase nada aqui é impossível. É apenas impossível sozinho. Quatro fases levam-no da primeira pergunta à operação em funcionamento, cada uma reduzindo o risco da seguinte, e pode juntar-se em qualquer uma delas.
Viabilidade, regulamentação e uma leitura lúcida do risco político, cambial e de segurança.
Avaliação, due diligence e acesso a financiamento ao desenvolvimento e a capital de investidores.
Constituída, registada, bancarizada e licenciada da forma correta, à primeira.
Gestão local e um back-office que reporta em termos que o seu conselho compreende.
03 — Para empresas moçambicanas
As operadoras e os seus subcontratados precisam de fornecedores locais, e a futura lei de conteúdo local vai exigi-lo. O obstáculo não é a procura, é a preparação. Levamos as empresas locais de onde estão até onde os compradores exigem que estejam, de ponta a ponta.
A maioria das empresas nunca vê o concurso e, quando o vê, não consegue cumprir os requisitos. Fechamos as duas lacunas.
A lei de conteúdo local promove joint ventures, e os grupos internacionais que entram no mercado precisam de parceiros moçambicanos credíveis.
Como trabalhamos com empresas locais
Com empresas moçambicanas trabalhamos com honorários de êxito e participação, não com avenças. Assumimos parte do custo e parte do risco de levar uma empresa ao padrão exigido, e ganhamos quando o concurso é ganho ou a parceria concretizada. Significa que só aceitamos empresas que acreditamos poderem lá chegar, e significa que os nossos interesses e os seus são os mesmos.
04 — Porquê a BlackRock
Sócios sediados em Maputo, com dupla nacionalidade europeia e moçambicana, formação internacional e décadas de experiência profissional combinada ao serviço de investidores internacionais em Moçambique. Sabemos o que um conselho de administração, um auditor e um responsável de compras internacionais precisam de ver, e sabemos como Maputo realmente funciona. Ambos, ao mesmo tempo.
Não teorizamos. Constituímos, licenciámos, bancarizámos e dotámos de pessoal empresas moçambicanas reais. Cada requisito que lhe pediríamos para cumprir, cumprimo-lo para nós.
Uma interface local transparente que o mantém em conformidade e protegido enquanto opera num mercado de elevada informalidade. Reduzir o risco, não remediar.
Especializamo-nos em transações que ligam desenvolvimento e finanças, mitigando o risco ESG, maximizando o impacto socioeconómico e combinando capital público, concessional e privado em oportunidades investÃveis.